Domingo, 21 de Agosto de 2005

O PODER DE COMPRA

O concelho de Abrantes, segundo o índice do poder de compra per capita, é o mais pobre, enquanto que o mais rico é Santarém.

Todos os concelhos em estudo (Abrantes, Santarém, Tomar e Torres Novas) registam valores inferiores à média nacional.

O estudo sobre o poder de compra concelhio por habitante continua em análise, porque, além da variável Índice do poder de compra em 2002, introduzi para estudo, a variável Índice do poder de compra em 2004. Compara assim duas séries estatísticas retiradas da base de dados do Instituto Nacional de Estatística (INE). Abrange igualmente os concelhos de Abrantes, Santarém, Tomar e Torres Novas com maior peso urbano e situados no Ribatejo.

O indicador de poder de compra per capita é um número índice que compara o poder de compra nos diferentes concelhos e regiões por habitante com o valor médio nacional 100. Mede o nível de riqueza dos habitantes dos citados concelhos e compara com a média nacional.

Segundo dados divulgados pelo INE, o concelho de Abrantes é o mais pobre, enquanto que os mais ricos são Santarém e Tomar. Do ano de 2002 para o de 2004, os habitan¬tes de todos os concelhos perderam, por cada 100 Euros, 4 Euros. Os torrejanos e os abrantinos têm poder do compra abaixo do valo médio dos quatro concelhos. Os concelhos analisados apresentam valores inferiores à média nacional.

A análise, segundo o indicador do poder de compra per capita, indica, em termos de peso percentual, dois níveis de assimetria correspondentes aos anos de 2002 e 2004, nos quatro conce-lhos.

Abrantes posiciona-se igualmente, no ano de 2004, em último lugar com 75 Euros (15 contos), no ranking concelhio do poder de compra. Santarém, em primeiro com 92 Euros (18 contos e 400 escudos), seguido de Tomar com 81 Euros (16 contos e 200 escudos) e de Torres Novas com 79 Euros (15 contos e 800 escudos).

Abrantes, segundo o índice de poder de compra por habitante, é o concelho mais pobre. Necessita de actuar no desenvolvimento económico com a criação de novas empresas, de um pólo industrial junto à Auto-estrada n.º 23 na freguesia de Mouriscas, de proteger o ambiente com a instalação de redes de esgotos (recordo que em Mouriscas os esgotos correm a céu aberto) e de criar melhores acessibilidades (Mouriscas possui ainda ruas e vias e um largo em terra bati-da nomea¬damente os caminhos da Venda, da Lomba Cimeira, da Murteira, da Barragem do Negrelhinho, da Capela da Nossa Senhora dos Matos e o largo do Espírito Santo).

Por isso, penso que é urgente actuar no desenvolvimento económico do concelho, na coe¬são social e na protecção do ambiente.

P. S. – Segundo o Instituto Nacional de Estatística, Abrantes posiciona-se no 182 º lugar no sector do emprego e da actividade económica.
publicado por matos_s às 12:54
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